sexta-feira, 16 de julho de 2010

Tenho que rir.

Acabei de receber um telefonema do  "anjo da guarda" e fiquei me perguntando: O que aconteceu comigo?

Ontem, um "ex pseudoamordaminha vida" fez aniversário e sempre envio email, telefono, faço aquela cortesia de praxe. Mas ontem foi totalmente diferente. Enviei email, desejei felicidades e em nenhum momento eu fiquei vasculhando o email para ver se ele havia respondido. Prá minha surpresa (não me surpreendo com nada), tem a resposta do "ex peseudoamordaminha vida" e aquele blá blá blácomo resposta. Nada criativo. O de sempre.

Em tempos passado eu teria lido aquele email 1234567777898898 vezes e tentando diante das frases ver uma brecha para quem saber acontecer o bendito retorno de jedai. Mas, como estou sã (ou penso que estou) não fiz nada, simplesmente li, sorri e deletei o email para não ter mais um email inútil na minha caixa.

Não entendi nada. Não senti saudades. Não fiquei triste. Não fiquei com lamúrias. Não reclamei. Não quis ter flashback. O que aconteceu comigo? Melhor, o que está acontecendo? Achei muito esquisito não sentir nada. Senti-me gelada, fria, sem maiores emoções.

Retomando ao que escrevi lá no início, eu também não senti absolutamente nada quando o "anjo da guarda" ligou. Sei que tivemos um casinho no passado (casinho que eu fiquei teimando para termos), porque no fundo ele sempre foi o "anjo da guarda". Até agora não entendi bem o telefonema dele, mas não estou nem aí para entender. O que eu queria entender é a minha reação. Conversarmos, jogamos papo furado, ele falou dos filhos, do trabalho, e sem querer nos esbarramos no quesito: relacionamento. Quando dei por mim eu estava dando (ainda não dei),  digamos que alguns toques para ele sair da timidez e ter atitude e não deixar a oportunidade de ser feliz com alguém porcausa de nada nessa vida. Não sou eu a oportunidade, mas quem sabe alguém que ele esteja de olho. Francamente, até agora não entendo a minha reação. Não chorei. Não senti saudades dos tempos outrora. Não lamentei. Não reclamei. Simplesmente, gostaria de vê-lo feliz com alguém bem especial.

Será que estou crescendo e aina não percebi? Ou fiquei maluca de vez?

Preciso urgentemente procurar o Dr. Handel.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Que tipo de pessoa me tornei nos últimos 365 dias?

Sinto-me impaciente, chata, sem vísceras para entender alguns porquês da vida.  A vida tornou-se um grande mistério prá mim.

Sempre imaginei que aos 30 eu estivesse casada, (ou namorando e mega feliz),  bem sucedida profissionalmente, viajada, feliz, estruturada e quando olho N.A.D.A. disso aconteceu.

Quais foram as escolhas erradas que fiz? Quais foram os atalhos que não deram certo? Quais foram os botôes que não deveriam ter sido apertados?

Claro, que lá no fundinho sei muito bem (ou penso que sei) quais foram os meus erros e sinto uma pressão horrorosa em tentar consertá-los antes que seja tarde demais. Sabe o que eu sinto? Que não estou conseguindo consertar nada. Tento.  Luto. Caminho. Corro. e não vejo as mudanças, aí que cansaço!

Vou começar a fazer novos planos antes que eu me perca.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Como sinto-me inquieta.

 Fui à janela diversas vezes ver a chuva cair, comi vários biscoitos waffer sabor chocolate, a cada uma hora eu estava no banheiro lavando  o meu rosto, arrumei gavetas arrumadas, entrei no fabuloso supermercado supermarket e enchi os meus cornos de chocolate, sucrilhos, roscas e joelhos recheados com salsicha. Ufa! Sinto-me com 200kg. Sei que é um exagero, mas sei também que engordei um pouquinho. Prá ser ter uma ideia da minha inquietude tem uma vasilha de uvas sem caroço olhando prá mim, chá de maça e canela e torradas com requeijão.

Nada justifica essa fome viceral,  só que ás vezes é tão difícil acreditar que a vida dará certo, que os sonhos serão realizados, que as antigas promessas serão cumpridas, por outro lado nada justifica essa inquietude que cerca minha vida.

Preciso acreditar mais em Deus. Preciso acreditar que o melhor estar por vir. Preciso voltar ao pimeiro amor. Preciso entender que tudo tem o seu tempo. Preciso. Preciso e Preciso.

Preciso parar de comer. Preciso confiar mais em Deus e em mim. Preciso correr. Preciso me ocupar mais do que já estou. Preciso de amor. Preciso de um pouco de tempo. Preciso viver em paz.

My Friends

Vivo um momento completamente diferente.

Nos meus dias de carência eu sempre quis gastar (o que não tinha), comprando blusinhas, sapato, brincos, cortando o cabelo, inventando compras pela internet, pintando a unha com um vermelho mais cheguei, entrando num site de relacionamento, enfim, eu sempre quis tapar a minha carência com "futilidades".

Mas há um mês  tento suprir minhas carências entrando numa livraria e escolhendo uma boa história para me acompanhar nas minhas viagens para o trabalho e antes de dormir também, assim paro de pensar um pouco nas coisitas que me deixam angustiada.

Eis os meus verdadeiros amigos:

  • Como se não houvesse amanhã
  • Invisível
  • Humilhação
  • Perdas e danos
  • A última música
  • A prova do mel
  • Múltipla escolha
  • A chave de casa
E meu companheiro hoje tem sido: Nunca é tarde demais de Amy Cohen.

??? W-H-E-N ???

Não sei se existe inveja branca, mas vamos dizer que sim, ta? E por acaso hoje eu senti essa inveja do meu amigo que trabalhava comigo. Na verdade há 1 ano atrás consegui esse trabalho prá ele e foi o seu primeiro emprego. Nossa! Como estou ficando old.


Ao vê-lo partindo fiquei pensando em todos os dias que estivemos juntos aqui no trabalho, foram dias de tédio, dias de sufoco, dias de agitação, dias chuvosos, dias de sol, dias de conversas, dias de indignação, dias de gratidão, enfim, ficar 1 ano ao lado de alguém é um tempo considerável para viver quase todos os tipos de sentimentos que cerca a nossa vida no trabalho.

Senti uma pontinha de tristeza não pelo fato da sua partida (já que foi ele quem quis ir embora e dei a maior força), mas pela curiosidade e vontade de viver uma nova vida.

Quando a porta se fechou fiquei imaginando que ele estará vivendo uma nova vida e pensei: Quando será que terei uma nova vida? Quando será que poderei ter 0, 000001% de tudo que projetei prá minha vida? Talvez eu não esteja fazendo NADA, ou simplesmente eu esteja fazendo muito POUCO tê-la, o que importa é que preciso sair do meu marasmo e começar a buscar os meus 0, 000001% dos projetos que sonhei.

Claro, não sou otimista a ponto de alcançar os 100%, mas já me deixaria muuuito feliz alcançar os 0, 00001%. Pode parecer pouco, mas diante do divisor de águas que seria esses 0, 000001% vale qualquer sacrifício para alcançá-lo.

Meu amigo foi em busca da sua nova vida. E eu? Quando começarei a vivenciar a minha nova vida?

segunda-feira, 28 de junho de 2010

DIA DE FÚRIA

É impressionante quando não conseguimos expressar nossa dor, nossa mágoa, nosso desapontamento a pessoa que realmente deveria ouvir.

Sei que nesses últimos meses tenho estado muito revoltada, chateada, amargurada, P. da vida, e sabia que em algum momento eu iria explodir em pessoas que nada tem a ver com isso.

Claro, quem foram as pessoas que receberam a minha fúria? Minha família.

Ontem, tive um dia péssimo e sábado também, fiquei amoada entre o meu edredon cor de rosa, com o controle remoto nas mãos e navegando por todos os canais sem ao menos saber o que eu realmente queria assistir.

Mas domingo a coisa pesou para o meu lado. Acordei furiosa, chateada, soltando fogo pelas ventas e acabei estragando o almoço que deveria ser um momento de alegria, descontração, risos, em um momento de choro. Depois que falei tudo, depois que fiz a besteira, tive raiva de mim, tive tristeza do que falei para o meu pai de maneira tão rude, tive raiva de  estar com raiva e talvez numa confusão de sentimentos eu pedia socorro para que minha mãe me salvasse daquele tormento emocional.

Graças a Deus que acordei viva e meus pais também e pude abraçá-los e pedir desculpas pelas grandes besteiras que falei. Na verdade sei o quanto estou ferida, fria e magoada. Mas espero que a minha vida mude e que todos os meus esforços para que isso aconteça tornem-se reais.

Meus pai, minha mãe, são as pessoas MAIS IMPORTANTES da minha vida. Sei que nesta fúria que venho sentido e que consegui exteriorizar ontem é devido á proteção e o imenso carinho que sinto por eles.

Sei que não estou nos meus melhores momentos, estou triste, chateada, meio sem esperanças, mas o que consola o meu coração é saber que tenho uma mãe e um pai incrível e que estão sempre comigo mesmo que a fúria muitas vezes me faça até não acreditar que sou eu mesma que estou sentido isso.

Hoje, assistimos o jogo juntos. Comemos pizza, salgadinhos, bolo, refrigerante e foi o melhor momento que eu poderia ter neste dia: estar juntinho com as pessoas mais íncríveis do universo: D. Sara e Sr. Raimundo.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Cheiro de poeira. Cheiro de mofo.

Tem 3 meses que não escrevo nada aqui e nesse tempo tantas coisas já aconteceram.

 Meu amigo Pr. Denner se foi, o concurso da CEF já passou (fiquei na 249º), depois fiz mais dois concursos, intensifiquei minhas aulas de português, informática, raciocínio lógico (eta matéria chata), tranquei minhas aulas de inglês com muito pesar, mudei a cor do meu cabelo, já fui diversas vezes ao dentista apertar o aparelho, tive cólicas, sofri de TPM, cancelei a assinatura do jornal JB e fui para o Globo, fui ao CCBB que há tempos eu não ia, devorei 5 livros em menos de 2 semanas, meu anjo da guarda resolveu não querer estar mais por perto, minhas corridas não estão com a mesma frequencia de janeiro e fevereiro,  voltei a beber refrigerante esporadicamente, tenho comido muitos doces (sinal de carência), hoje completa 1 ano que estive nos EUA (aii que saudade), o coral já tem 2 músicas novas, comprei novas músicas, senti uma saudade avassaladora do Denis (namorado que morreu em 2004), sinto-me mais carinhosa, mais reflexiva, um pouco ponderada, é muito pouco tempo diante de tantos acontecimentos que mudaram a minha vida

O tempo não para. O tempo corre. O tempo não perdoa. O tempo está aí. O tempo é hoje.

sábado, 10 de abril de 2010

PoR OnDe AnDaM?


Por onde andam essas pessoas queridas que tanto alegraram os meus dias?


Por onde andam essas pessoas queridas  que me encorajaram a ir enfrente quando as frases eram tão difíceis de serem pronunciadas por mim?



Por onde andam essas pessoas queridas que estavam determinadas a falar inglês em 3 anos?

Por onde andam essas pessoas  que me acolheram e me faziam sentir tão querida ao lado deles?

Por onde andam?

Andréia, Celso, Geneci, Sabrina, Carol...

ChOrAR

Sempre ouvi minha mãe dizer que desde os meus 3 anos eu era uma criança melancólica e chorona. Depois que passei dos 25 acho que fiquei mais ainda.
Sei que o creme da Melora da área dos olhos prescrito pela minha dermatologista está uma fortuna, mas eu não quero nem saber! O que eu quero é chorar!

E prá mim não importa o lugar. Já chorei e ainda continuo chorando no ônibus, na fila do banco, no banheiro,  ouvindo  música, assistindo um filme, almoçando, jantando, relembrando bons momentos, vendo os cachorros de rua, correndo, andando, no trabalho, ao telefone, na frente de estranhos, conhecidos, sozinha, acompanhada... Não tenho e sei que não terei vergonha de expressar o que vai dentro do meu coração.

?De OnDe VeM?

Este Post foi escrito na quinta feira do dia 08/04/2010 e só agora tive tempo de postá-lo.

Eu sei! Eu sei!  Eu sei que eu deveria estar indo para cama neste momento. Afinal de contas, são 23:42h, de um dia extremamente cansativo, não pelo trabalho em si, mas pelo trajeto que fiz e que durou 2h e meia para ir (dias normais levo 1h) e mais 3h para chegar ao Centro do Rio (curso). Tudo isso desgasta, cansa, estressa. Mas lá estava eu, atrasada e chegando esbaforida ao curso para ter minha tão "amada" aula de matemática. Só falta eu escrever a hora, o minuto, e o tipo do espirro do professor, pq tudo eu anoto, acho tudo importante e muito útil para os meus estudos em casa. Ainda bem que a "santa" Casas Bahia me proporcionou comprar um mp4 da Phillips em 6 parcelinhas mensais para eu ter a chance de levar o meu professor para todos os lugares. Seja no ônibus, em casa, na cama, na manicure, na fila do supermercado. Não basta copiar tem que gravar também.

Ao chegar no ponto de ônibus a espera do 107 na Rua Senador Dantas, senti uma saudade tão grande e uma tristeza a ponto das minhas lágrimas pularem dos meus olhos. A sensação que tive é de que tudo estava fora do lugar. Parece que a minha rotina estava ao avesso e tudo estava ruim naquele momento.

Ao mesmo tempo eu me perguntava: Saudade de quê?
Saudade do amigo que mora longe?
Saudade do meu anjo da guarda?
Saudade de alguém que ficou na minha história?
Saudade dos dias incríveis que passei em Nova York?
Saudade da minha cadela que já morreu há 10 anos?
Saudade de mim?
Saudade dos meus sonhos?
Saudade da esperança que morava dentro do meu peito?

Que saudade é essa que até as lágrimas insistem em sentí-las também?

Confesso que não sei responder.

Tudo ficaria melhor se eu soubesse. Assim eu teria a chance de relembrar, chorar, me alegrar, sentir o que senti.

Enfim, o que fica é a tristeza de não saber exatamente de onde vem esta saudade.

Coisas da Dani

quarta-feira, 7 de abril de 2010

CoIsAs Da DaNi

Quando eu digo que não devo dar ouvido as minhas maluquices ninguém acredita. Apesar de toooda a chuva, toodo o engarrafamento, toodo o caos, tooda a confusão eu me arrumei e fiquei 1 hora no ponto esperando o ônibus para ir ao Centro. Acabei desistindo. Caiu um pé d`água que me deixou mais 1 hora no ponto.

Por que eu tenho essa péssima mania de não ouvir o meu coração e todas as notícias na Tv e internet? Por que eu sempre quero fazer o que está na minha cabeça?

Mas lá no fundo, mesmo com toda essa chuva, a minha consciência ainda pesa por não ter ido ao curso.

Poderia dormir sem essa.

Como eu sempre digo: Coisas da Dani.

TaReFaS

Mais um dia um em casa. Apesar de todas as notícias da chuva que cai no Rio pelo rádio, na televisão, nos jornais, na internet, fico pensando: é muito caos, muito mesmo e que tristeza . Aproveitando esse dia colocarei meus estudos em dia e obstinada como sou, vou tentar ir para o curso no Centro e depois ficar na casa do meu brother. Vamos ver se consigo chegar ao Recreio pela Zona Sul, amanhã.

Já comi quase todos os meus chocolates e claro, engordei mais 1kilinho. Porém, depois que o curso terminar vou retomar minha corrida que tanto sinto falta. Tanto no aspecto emocional, quanto no aspecto físico.


Continua chovendo muito aqui em Campo Grande. E na minha cabeça continua chovendo pensamentos, idéias, sonhos, vontades e perguntas.

Bom... Voltarei aos estudos. A matemática me espera.

terça-feira, 6 de abril de 2010

ChUvA

É tão estranho ficar em casa numa plena terça feira, início de mês, com tanto trabalho e não sendo feriado, nem o dia do meu aniversário ou nenhuma outra data especial. Mas, como todos sabem, o Rio dormiu um caos e amanheceu um caos. Fissurada e obstinada pelas minhas aulas preparatórias para concurso tive a brilhante ideia (sem acento), de me aventurar pela Linha Amarela e Av. Brasil na esperança de chegar ás 19:00h na Pres. Wilson. Como sou tolinha e sem noção. Simplesmente fiquei ilhada na Av. Brasil, altura do Caju.  Por fim, depois de ficar 2 horas plantada na van resolvi enfrentar aquele mar de sujeira, e retornar para Campo Grande. Foi a opção mais sensata que tive. Apesar de que, não fui nada sensata em sair do meu trabalho que fica no Recreio para se aventurar pelas ruas inundadas do Rio de Janeiro. Fiz 11256352 de baldiações até chegar em Campo Grande. Graças a Deus cheguei salva. Molhada, é claro, mas em paz.

Mesmo com toda a loucura que fiz, minha consciência ficou tão pesada por não ter assistido á aula de informática. Sei que eu teria ficado muito pior se eu não tivesse ido. Então, tarefa cumprida. Fui, gastei dinheiro, molhei meus pés, estraguei a escova que fiz sábado no salão do Edson Freitas, mas tudo bem. Pelo menos eu tentei.

Eu tenho essa mania, ou defeito, ou qualidade. Eu preciso saber o que vai acontecer. Eu preciso pagar o preço, eu tenho essa necessidade de fazer, enfrentar para depois eu não me arrepender do que eu não fiz. Evidente que são atitudes que estão dentro da minha normalidade. Nada que me faça perder a razão.

Acordei feliz e contente, com muuita chuva e mesmo ouvindo todas as notícías para não sair de casa ainda assim eu saí. Cheguei no ponto, todas as pessoas conversando com seus chefes, eu também e automaticamente ele pediu para eu retornar para casa, mas ainda assim, eu acho que eu queria ir. Sou maluca! Paguei uma conta, consertei meu guarda chuva da Maria Filó que estava com a barbatana solta, não resisti e comprei um sapato suuper fofo por R$30,00 (trinta reais) na liquidação. Adoooooooro liquidação, comprei minha folha dirigida, não deveria, mas detornei uma rosca frita cheia de canela que vende na Silbene por R$1,20. Aiiiiiiiiiii, engordei uns 2Kg. Tristeza!

Acabei de receber a ligação do curso dizendo que hoje não haverá aula. Senti-me aliviada, porque no fundo eu estava triste porque eu perderia mais uma auula.

Preciso ter limites com minhas maluquices.

quinta-feira, 18 de março de 2010

DeSaBaFo

Estava doida para teclar. Como não tive como fazer ontem, estou aqui, louca para desabafar.

Estou vivendo um momento de muita correria. Estou fazendo um curso intensivo de segunda a sexta no Centro (trabalho no Recreio), aos sábados pela manhã estudo inglês em Copa e á tarde tenho mais um curso no Centro. Evidente que tudo isso custa grana, tempo, disposição, vontade,  e a vontade que tenho em mudar a minha vida, a minha história faz com que eu quebre todas essas dificuldades.

Na minha vida não é surpresa todos esses sacrfícios. Cursei a minha graduação na Unirio e durante 4 anos eu fiz o trajeto (Campo Grande x Recreio x Urca e assim vice versa). De segunda a sexta, das 18:00h ás 21:30h, ás vezes eu saia mais cedo. Posso encher a boca e estufar meu peito e dizer em alto e bom som: Não fiquei na casa de amigos, parentes, conhecidos, todos os dias ia para minha casa. Lógico, não tinha amigos com intimidade tal para pedir abrigo, muito menos parentes e conhecidos dispenso qualquer comentário. Minha rotina era assim. Lógico, não posso comparar um curso de graduação com a pressão e pauleira que é um concurso público. Pressão por todos os lados, não há tempo para recreio, não há tempo para contar o que foi feito no final de semana, não há tempo para fazer amizades profundas. É um momento solitário. É você, sua concentração, seu objetivo, seu caderno, sua caneta, e o professor lançando muitas informações e pegue-as todas num espaço muito curto de tempo. Essa tem sido a minha rotina. Estou solitária e o que mais precisamos nesse momento é de paz e muito apoio moral, nesse caso, é o que eu preciso.

Quando resolvi estudar todos os dias no Centro logo pensei: "Será ótimo! Meu irmão agora mora na zona sul! Será muito mais cômodo, mais tranquilo, gasto menor em transporte, ficando na casa dele." Ual! Tudo que eu sempre quis.

Mas... Infelizemente eu tenho um péssimo defeito: Eu sempre penso que as pessoas são iguais a mim e sempre quebro a cara, porque definitivamente: NINGUÉM É IGUAL A NINGUÉM. Tem pessoas mais espertas do que e já descobriiram isso há muito tempo eu como sempre descubro tudo muito tarde, descobri agora. Tudo bem. Nunca é tarde para aprender.

Mas ontem, ontem, eu fiquei e ainda estou muito chateada. Saí do Recreio ás 17:00h, porque o curso começa ás 18:00h no centro e cada minutinho atrasado pode ser uma questão que perco na prova. E justamente ontem, eu teria a minha primeira aula de matemática e sabe como é essa matéria, né? Atenção, foco total! Piscar os olhos nem pensar. Fome? Esqueça! Mastigue a ponta do lápis, pois cada explicação do professor é fundamental para a realização dos exercícios e a cada acerto te dá uma motivação, um up para você prosseguir confiante.

Chovia horrores. Trânsito caótico. Ônibus escassos devido aquela manifestação patética que houve no Centro do Rio. Resumo da ópera: Ás 17:25h eu ainda estava no ponto do Recreio. Finalmente, apareceu uma van via zona sul, pulei no primeiro banco pq a concorrência estava grande. E por volta das 18:40h estava eu correndos pela Presidente Wilson na esperança de diminuir meu atraso. O pior de tudo era a fome que me acompanhava.

No meio da explicação o senti o celular vibrar, quando olhei era meu irmão. Não atendi. Mas depois da 45785869 ligações eu resolvi atender e para minha alegria , pois surpresa já não é mais, ele me avisa que terei que buscar a chave na casa da namorada no Flamengo. Não sei porque fiquei atordoada e chateada já que não é a primeira vez que esse fato acontece. Saí do curso com um bico, pau da vida, porque eu ainda teria que passar no Flamengo. Ok. A casa não é minha é dele. Então quem manda é ele. Sou uma simples imigrante. Mas quando é para pedir 125456966955555 de coisas eu não sou uma imigrante, sou a irmã dele.

Minha chateação declarada é devida a falta de generosidade, compaixão, gentileza por mim que sou irmã. 
Já escrevi e volta a escrever que minha vida é de sacrifício,  luta, chateação, mas nem por isso eu deixo de atender um pedido sequer da minha família. Seja pai, mãe ou irmão. Sempre estou pronta, disponível para qualqer situação. Seja o que for, não importa, todos da minha família saberm que podem contar comigo. O problema é que quando pedi apenas uma guarida nada mais, percebo que não houve uma reciprocidade no quesito vou estender a mão.

Fui até o Flamengo, busquei a chave e num ímpeto de lágrimas e decepção ao chegar a casa eu arrumei minhas bolsas e fui dormir afogada entre as minhas lágrimas. E fiquei pensando: Sacanagem. 

Já recebi 1.987990.8900 ligações dele. Não estou afim de falar. Não estou afim de chorar mais do que já chorei. Não estou de TPM, nem com resquícios de algum amor do passado. Simplesmente estou chateada.  Prefiro neste momento o silêncio a dizer qualquer palavra.

 

Amanhã, claro, se houver,  é um novo dia. Quem sabe eu não acordo melhor e tudo fica diferente.


Quem sabe?


segunda-feira, 15 de março de 2010

Estava louuuuuca para comer um doce.




E para minha surprise meu amigo do escritório trouxe 3 (três) pacotinhos de amendoin.


Chocolate branco, preto e colorido.




Que vergonha! Estou devorando os três pacotinhos ao mesmo tempo.
Desde quando começei a me interessar pelos blogs eu percebi que a maiorias das pessoas escrevem sobre seus medos, seus dias, sua vida, suas raivas e senti tanta naturalidade, liberdade nos posts  que fiquei pensando: Nossa, sempre me disseram para eu não compartilhar meus medos, tristezas com ninguém. E assim eu segui. Sempre me fiz de forte, de durona, e percebo que há tantas pessoas "normais", com seus medos, seus apegos, seus amores impossíveis, suas dores e parecem serem felizes.


Claro, eu só tenho três leitores: Eu, Marcella e espanholito. Não sei a frequencia que leem minhas bobagens. Mas pelo menos eu leio sempre, todo dia, toda hora e revejo coisas que ficam escondidas na bagunça do dia a dia. Pelo menos é um momento que tenho para desabafar.. talvez essa seja a minha terapia.


Dia nublado. A semana já começou!

Depois de 12545263 tentavivas consegui habilitar meu mp4. Ebaaaaa! Testei o gravador, excelente! Minhas aulas no bus estão garantidas. Falando em bus, por que as empresas de ônibus não procuram melhorar a vida do usuário? 


Não consigo entender, não entendo, acho que vou morrer não entendendo. Por que os bus da zona sul são hiper iluminados, confortáveis, propícios para leitura? Que ódio! Qual o preconceito com os moradores da zona oeste? Toda vez que compro uma revista para atravessar a avenida Brasil, quebro a minha cara. Mais por que, Dani? Simples. Nos ônibus da zona oeste não tem luz. Eles são escuros, as lâmpadas estão quebradas ou o motorista por ordem do dono da empresa apaga todas as luzes do bus, deixando apenas duas minúsculas lâmpadas acesas no final. O objetivo é que você encoste a cabeça no vidro do ônibus e durma como um porco, assim, você não vê o bus lotado, o engarrafamento, entre outras coisitas que incomodam e muito.

Os bus deveriam ser todos muito iluminados, com cadeiras bem confortáveis, prateleiras com revistas, livros, jornais, prá que a viagem fosse mais cultural, mais proveitosa.

Coitado do infeliz cidadão que não possui R$ para comprar um mpda vida, ou trocar seu celular para ouvir um rádio ou suas músicas preferidas. A viagem fica massante. O infeliz só ficará remoendo seus problemas, suas angústias, suas lamentações, podendo nesse tempinho ter minutos agradáveis de leitura, de sonhos, de novos horizontes.


Sou tão bobinha.


Ainda acredito no papel noel, no coelhinho da páscoa, na branca de neve e nos sete anões

 

domingo, 14 de março de 2010

Como temos que trabalhar duro para alcançarmos algo na vida, né? Acordamos cedo, pegamos ônibus lotados, todas as atividades precisam ser executadas para ontem, ufa, é muita correria! Por que eu não nasci uma mulher fruta?

Estou desde quarta feira sem correr. Confesso que estou com saudade. Mas estou com um quadro alérgico que  me impossibilitou de levantar cedo e botar o pé  na rua. No fundo acho que meu corpo está sentindo essas mudanças; acordar cedo, dormir muito tarde e assim sucessivamente.

Na sexta feira eu cheguei ás 8:30h no trabalho (meu horário é as 9:00) e nem tenho tirado hora de almoço. Engulo a comida e volto ao batente. Trabalhei feio na sexta. E estava rouca, com o corpo dolorido, a cabeça a mil por hora, mas eu estava ali, pronta para terminar minha rotina.

Saí do trabalho por volta das 18:30h, com cólica, e meio desanimada. Na verdade estava sentindo-me sozinha. Lá no fundo eu estava querendo sair da rotina das sextas,  eu queria mesmo era sair com alguém do sexo masculino, jantar ou comer um lanchinho, ir ao cinema, comer uma pipoca, coisinhas bem light, mas que dão um toque todo especial na sexta feira. Não sei se isso é mania da sexta feira. Por que eu não sinto isso na segunda? nem na terça? muito menos na quarta e quinta? Por que?

Passei na farmácia e fiquei reparando um rapaz narigudo e pensei: Gosto dos narigudos. Não sei pq eu gosto ou realmente eu sei e não tenho coragem de declarar. Mas que eu gosto, ah! isso eu gosto!

Cheguei a casa do meu brother quase ás 21:00h. Estava acabada! Mas lá estava eu. Lavando banheiro, lavando louça, passando um pano na casa, mas lá no fundo eu estava feliz e claro, ouvindo uma música antiguésima da Madona "Crazy for you". Eu sou assim. Adooooro essas músicas que falam sobre o amor. sobre o impossível, adoro suspirar! Me faz bem!

Dei uma passada na lição de sábado do inglês, pois as aulas no Brasas são pauleiras. Prá mim sempre será. Mesmo ouvindo o cd, relendo e lendo a lição eu sei das minhas dificuldades na lingua inglesa e olha que eu ainda sonho aos 40 anos ser uma professora de inglês, como um hobby, pq meu ganha pão mesmo será no serviço público.

Acordei ás 7:00 no sábado, meio tonta, no fundo eu estava muito cansada e rouca prá piorar. Tomei banho, arrumei minhas pastas, tomei café, e ás 8:15h já estava dentro do bus para o curso. A turma é pequena. Eu, Sofia (uma jornalista da revista Veja) e a Giselli ( assesssora de imprensa da Petrobrás). São mães, esposas, donas de casa, profissionais, mulheres e admiro como   sabemos fazer 10000000 de coisas ao mesmo tempo. É impressionante! Palmas para a Dani, Sofia, Giselli, Marcela, Sara, Rosângela, Patrícia, Maria etc...

Saí do curso praticamente sem voz. Minha voz acabou definitivamente quando liguei para o Jornal do Brasil e reclamei com aquela atendente tipo educadinha que não serve prá nada que o meu jornal não chegou. Fiquei e ainda estou furiosa. Acho uma falta de respeito. Assinei o jornal e até hoje não recebi um exemplar. Quem estará lendo o meu jornal? Assinei essa droga, pois minha teacher de português indicou a leitura especificamente desse jornal pensando nos consursos, em como ele é sério, muitas questões são baseadas nele e para eu ficar atualizada também. E nada! Até agora nada! Só gastei minha paciência, minha pouca voz, e fiquei sem o meu jornal.

Cheguei no PLA (outro curso), ás 12:35h, já que o meu anjo da guarda estaria lá para me ajudar na matrícula do curso que começarei na segunda feira. Não deu tempo de almoçar e foi para o estômago mesmo uma vitamina de banana com morango. Corri prá sala de aula, 10986858585 de anotações e quando acabou novamente senti aquela mesma sensação de solidão enquanto andava pelas ruas do centro rumo ao ponto do bus. Dormi no bus prá ficar diferente e como já não estava aguentando mais tossir resolvi descer e passar no hospital. Esse hospital Nossa Senhora do Carmo sempre me salva quando estou alérgica ou atacada da garganta . Como nada na minha vida é fácil, tive que esperar 2 horas para ser atendida. Como estou aprendendo a não ser boba e fazer com que cada tempinho seja útil, fiz uns 70 exercícios de português que foi ótimo para eu perceber que eu ainda não sei como empregar o porque, acerca de, entre outras palavras que me obrigaram a ir ao dicionário.

Como muitas pessoas começam a estudar cedo, muito cedo, a médica que me atendeu era muito novinha. Quando tiver um filho e for ao pediatra está sujeito o médico ser da idade do meu filho. rsrsr


Passei na farmácia, comprei os antialérgicos, cheguei a casa, tomei banho, varri tudo na geladeira e só acordei hoje, ás 11:30h, com os gritos da minha mãe: Daniele, vem almoçar! Isso mesmo, Daniele. Meus irmão não me chamam de Dani. Meu pai nem se fala e minha mãe está tentando me chamar de Dani. Acho tão estranho quando me chamam de Daniele. Não gosto. Parece que estamos distantes ou somos distantes ou parece falta de intimidade. Não sei. Eu sei que não gosto quando me chamam de Daniele.

Almoçei muuuuito, lavei louça, descansei e ainda fui ao shopping fazer minha unha que estava horripilante e de quebra fiz uma escova prá mudar a cara. Mas confesso que não gostei. Prefiro meu cabelo enrolado a lisinho. E agora que estou olhando o esmalte, não gostei também. Deveria ter usado o de sempre, mas quis variar e acabei não gostando.


Finalmente comprei um mp4 de gente grande. Eu espero que ele me ajude mesmo. Estou olhando prá ele e pensando: Ai, tem que colocar esse cd para instalar não sei o quê. Sempe me enrolo. Fico com raiva, Mas sei que vou conseguir.

Amanhã é vida nova! Novas aulas, novos sonhos, novos concursos, novo dia, e que minha vida seja sempre assim.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Always

Sempre admirei quem sabe escrever.
Sempre admirei os blogs bem elaborados, bem escritos, bem formatados.
Sempre admirei a maneira clara como a Martha Medeiros escreve.
Sempre admirei quem coloca seus sentimentos no papel.
Sempre admirei os textos bem elaborados.

Mas.... Estou bem distante desse seleto grupo. 


Receita: ler e escrever. Se tiver mais ingredientes eu quero!

Welcome

Humm...

Hoje estou naqueles dias. Sei que ninguém precisa saber que estou menstruada, mas como eu tenho apenas 3 leitores (contando comigo), sinto-me á vontade.
Desde quarta feira estou na Urca. Acho que vou mudar definitivamente. Até joguei uma letra para o meu brother mas o seu silêncio foi a resposta. Quer resposta mais precisa que esta? Recolhi a minha insignificância, mas continuo alojada por lá nesses dias da semana. 

Acordei na quinta, ás 5:30h, para correr. Aquela brisa no meu rosto,  bem estar total, corpo suado, dia de sol, depois  fiz aquele café gostoso para mim e ainda tive tempo de lavar o banheiro e todas as camisas do meu brother.

Fiz meu trabalho predileto. Ir ao Centro. E melhor fui á audiência da empresa. Não sou advogada, mas sou preposta e testemunha em todos os processos trabalhistas, deve ser por isso o meu interesse em trabalhar no TRT. Gosto do ambiente, da papelada, daquelas filas intermináveis para pedir informações. Eu gosto da burocracia. Eu gosto de ajudar, de orientar, de mostrar o melhor caminho...Acho que eu deveria ter estudado para ser advogada e não bibliotecária. Adoooooro, quando os funcionários aparecem no escritório com problemas de banco, INSS, dúvidas sobre recebimentos, nossa! sinto-me mais útil do que a própria empresa de ônibus Útil. Sensação boa, de que sou capaz de ajudar quem precisa.
Bom, prá ficar bem diferente não teve audiência. Achei ótimo! Porque tive mais tempo de andar pelo Centro, ver preço de cursos, ir ás livrarias, coisa que não consigo fazer normamelmente e o melhor, cheguei bem tarde no meu trabalho. Claro, que as tarefas do dia estavam todas atrasadas, mas como sou obstinada sempre consigo terminar e deixar a mesa arrumadinha para o outro dia.

Fui voando para o curso no Downtown. Trânsito horroroso, ônibus mega lotado, sempre  atrasada, mas tudo bem. O que vale é que estou ali com mente, alma e coração para receber todas as informações necessárias para minha tão sonhada aprovação. 

Peguei o 175 rumo á Urca. O bom é que este ônibus faz o trajeto pela nossa senhora de Copacabana e aí tenho como ficar atenta quando o 511 passa. E para minha alegria o 511 estava atrás do 175. Ainda bem que o 175 passou pelo sinal e o 511 ficou lá esperando o sinal abrir. Desci correndo para dar tempo de pegar o 511.   Consegui! 

Depois de ter lavado a louça, lavado o banheiro (sou psicótica com banheiro), arrumado minha bolsa, ter feito esfoliação no rosto, no corpo e ter feito um lanchinho, fui dormir. Acabada! Cansadésima! Por volta das 23:45h, mas com a sensação de paz de que estou no caminho certo rumo ao alcance do meu objetivo.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Essa noite eu dormi tão mal! Fiquei tossindo a noite inteira, com dor de cabeça, tentei ouvir as minhas músicas preferidas do MP4 e nada. Rolei na cama. Sono que é bom nada. Ás 5:30h, como de costume eu acordei para correr, mas não tive coragem. Senti-me fraca, zonza e resolvi dormir mais um pouco. A minha vontade hoje era de ter ficado na cama o dia inteiro, quietinha, com a minha tosse. Mas a vida não para. Se bobear ela te atropela e você morre na pista.

Ontem, senti um fiozinho de tristeza. Senti uma saudade de um amor que se foi, da minha viagem aos EUA, de dias bons, enfim, saudade.

Xiiii!!! Acho que estou melancólica!







segunda-feira, 8 de março de 2010

Meu grande amigo!

Na sexta feira, dia 05/03/2010, fui entregar uns documentos para um grande amigo meu. Quando estava a caminho, dentro do ônibus, comecei a relembrar de tantos momentos felizes que esse meu grande amigo já me proporcionou:

* Quando estive nas minhas piores fossas, lá estava ele sempre pronto para juntos conhecermos algum lugar;

* Sempre presente, sempre amigo, sempre parceiro, não tenho dúvidas, ele é o meu melhor amigo.

Se eu ficar aqui relatando tudo que ele já fez por mim.... Vou passar o dia inteiro por aqui.

Muito obrigada Deus, porque o Senhor colocou o Fran para ser o meu melhor amigo.

Preciso dizer?

Final de semana totalmente atípico. Mas essa será a minha rotina a partir de agora. Curso preparatório, curso de inglês, abandono total de orkut, messenger, tempo cronometrado para dar tempo de executar todas as atividades.

Fiquei quarta, quinta, sexta e sábado hospedada na casa do meu brother na Urca. Preciso tecer comentários sobre a Urca? Preciso dizer que é um bairro super elegante e bulcólico? Preciso dizer que tem ônibus para todos os lugares, sempre vazio, motorista e cobradores gentis? Preciso dizer que correr na Urca tem sido a melhor terapia? Preciso dizer que chego em menos de 1 hora na Urca (trabalho x Urca)? Preciso dizer que meu sonho de consumo é poder alugar um canto por lá? Preciso dizer que volto renovada? Preciso dizer que amo aquele lugar? Preciso dizer que é maravilhoso correr na pista Cláudio Coutinho? Preciso dizer que eu levo minúsculos 2 minutos para dar um mergulho no mar da praia vermelha? O que mais preciso dizer? Preciso dizer que saí de casa no sábado ás 8:15h para chegar no curso de inglês ás 8:30h e ainda cheguei 5 minutos antes? Preciso dizer que saí do curso de inglês, almocei e fui para o curso no centro e perdi a noção de quantos minutos eu cheguei cedo? Preciso dizer que gasto menos dinheiro de passagem? Preciso dizer que o rendimento é bem melhor? O que mais preciso dizer? Que na próxima quarta, quinta, sexta e sábado estarei por lá.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Sem tempo


Puxa... Quanto tempo sem vir aqui! Na verdade meu tempo virou uma raridade.

Mas não posso esquecer que preciso postar sobre o carnaval, minhas corridas, os cursos, as metas, as mudanças, as alegrias, os esquecimentos, o amadurecimento, a vontade, sentimentos novos que brotaram na minha vida.



* Prometo para mim que logo logo voltarei.




sábado, 13 de fevereiro de 2010

Vida que segue

Nada melhor do que uma corrida para espantar o mal humor, TPM, carências, ansiedades... Acordei cedo. Por volta das 6:00h já estava na rua, doidinha para começar a correr e espantar a bendita TPM que tanto tenta me derrubar. Só tenta, porque sei que sou muuuito mais poderosa.

Bater perna por aí. Humm... Um dos meus programas prediletos. Fui ao Centro apenas para comprar os fones de ouvido do meu mp3, consertar o meu óculos de sol comprado em Orlando e acabei voltando cheia de bugigangas, que me me deixaram tão felizzz e ainda me dei o luxo de fazer as unhas no Edson Freitas, R$32,00 (trinta e dois reais) pé e mão. Achei um absurdo de caro, mas de vez em quando, de vez em quando mesmo, não faz mal nenhum.

Não sei o que deu em mim. Mas normalmente eu detesto o centro de Campo Grande. Hoje eu descobri tantas lojinhas, tantas coisinhas interessantes e baratas que valeram a pena estar naquele povoado todo. Finalmente consegui comprar meus fones, mas não tive a mesma sorte com os meus óculos. Deixa prá lá, ainda bem que tenho um bem velinho do verão passado do passado que vai dar para o gasto. Comprei finalmente o meu biquíni tomara que caia que há tempos eu estava namorando e hoje finalmente nos encontramos. Comprar pouco não basta, acabei me atolando nas lojas americanas e comprei cremes de cabelo, condicionador, xampu, e outros cremes que me atraíram.

Só que o melhor disso tudo foi aguentar ficar o tempo todo sem colocar um salgado, ou big mac na boca e apenas me contentar com dois copos de água de coco. Palmas para mim. Minha saúde agradece. E sabe quem mais agradeceu nisso tudo: Foi a balança! Consegui emagrecer 2 kilos! Uallll!!!! Sinto que estou progredindo e isso é muuito bom!

Daqui a pouco vou terminar de baixar minhas músicas, arrumar minha mala, hidratar o cabelo, esfoliar o corpo, porque amanhã eu tenho um encontro sagrado com a vida. rsrsr

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Primeiro Lugar

Desde quando me entendo por gente eu nunca sequer suei a camisa por causa de algum exercício físico. But, como escrevi anteriormente eu resolvi mudar radicalmente neste ano (2010). Comecei a caminhar e já estou correndo, nossa! Que pretensão! Preciso deixar claro que estou correndo bem pouquinho, pois foi assim que o médico recomendou. A cada semana 1 minutinho a mais, uma caminhada mais puxada, porque afinal de contas não posso detonar minhas articulações.


A lua estava tão clara no céu, o comércio iniciando suas atividades, algumas ruas vazias, cachorros dormindo, e aos poucos, timidamente algumas pessoas aparecem com suas roupas de caminhada e claro, eu a mil, cheia de gás, com o corpo quente, o sangue fervendo, a cabeça cheia de pensamentos, e as pernas prontinhas para correr em rumo ao bem estar, a vida, ao novo.


O mais interessante é que no sábado após ter acordado ás 05:30h e saído ás 05:50h para caminhar eu nunca tive tanta disposição ao chegar em casa e colocar tudo em ordem. Limpei toda a casa, limpei todos os móveis, arrumei minhas gavetas, meu guarda roupa. Até o armário da cozinha eu coloquei em ordem. Creio que seja o reflexo de querer arrumar a vida, meu interior, correr em busca do novo, da felicidade.


O mais importante é não parar, não desistir, não esmorecer, porque os dias de chuva, os dias nublados virão, mas a vontade de vencer, de mudar, de sentir-se melhor deverá estar sempre em primeiro lugar.


Dia de Sol
Horário: 13:53h

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Pouco tempo

Pouco tempo

Tenho tantas atividades a serem cumpridas hoje (tarefas do trabalho, diversos exercícios do livro de inglês, gravação de cds), e são tantos sentimentos, observações, situações que aconteceram nessas últimas horas.
Tomara que eu consiga tempo para tudo isso.

Importante:

1º dia de corrida
Sempre terminar o que começou
Lixo na lixeira




Dia de sol!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Life is short

Hoje o dia está lindo! Céu azul, sol escandalosamente brilhante, pessoas alegres indo à praia, ônibus cheio de famílias com roupas de banho, crianças bagunceiras, muitos vendedores descendo dos ônibus com suas pesadas caixas de isoporcheias de refrigerante e biscoitos e junto à esperança de terem um dia recheado de boas vendas.Pessoas com suas mochilas (umas com livros outras com seus uniformes), belas moças com suas bolsas da Arezzo, Via Mio, Andarella, cada uma ao seu estilo desfilam pelas ruas rumo ao seu trabalho. Homens bem vestidos, com suas elegantes pastas ou até mesmo uma bela mochila, marcham rumo aos seus objetivos. Rostos ansiosos, preocupados, desesperados, felizes, esperançosos, satisfeitos, insatisfeitos, uma mistura de emoções que cada um sabe o que realmente sente naquele exato momento. Mas tudo isso faz parte da vida, pertence a ela e se não fossem essas emoções, esses sentimentos, como poderíamos entender o que realmente passa conosco e com a nossa vida.

Exatamente ás 11: 21h recebi a notícia que o um fornecedor, grande amigo de todos que trabalham aqui na empresa, havia falecido. Não tive ação. Fiquei calada. Fiquei imaginando o sofrimento da família, dos filhos. Todos os meus amigos de trabalho ficaram em silêncio, sem ter uma resposta, sem saber o que fazer com aquela notícia. Ele era daquelas pessoas alegres, que enchem o ambiente de palavras (e no fundo você não entende uma), espaçoso, mas tinha um brilho no olhar. O brilho da alegria de viver, mesmo com todos os problemas que qualquer pobre mortal tem, mas ali estava ele, cheio de conversa, com suas deliciosas goiabadas que eu sempre devorava nos meus momentos de fome e de ânsia por um doce. Mas ele se foi. E as lembranças estão aqui. Seu sorriso, sua alegria, sua letargia, suas notas fiscais, sua nítida voz ainda está na minha mente e fico a pensar: Como a nossa vida é curta.

Quantos sonhos eu tenho! Quantos desejos não realizados! Quantas experiências já vivenciei! E a afirmação é sempre a mesma: Como a minha, a sua, a nossa vida é curta.

Já sabendo o quanto the life é curta resta a mim:

- Ser muuuuuuito feliz.
- Aprender a perdoar as falhas dos outros
- Servir a Deus always
- Lutar pelos meus sonhos
- Ser menos mal humorada
- Me alegrar com as pequeninas coisas que a vida me traz
- Ajudar os outros
- Abandonar, esquecer as mágoas, tristezas, dias ruins
- Cantar
- Sorrir muuito........

..... Entre tantas e outras atitudes nas quais não relacionei, mas que eu sei direitinho cada uma.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Coisas da Dani


Hoje foi um dia totalmente atípico. Logo de manhã váários exames, váárias agulhadas, algumas ressonâncias e tudo isso por um simples desejo que brotou com força total: caminhada.

Pode parecer algo corriqueiro na vida de muitas pessoas, mas na minha vida isso é algo INÉDITO!

Sempre morri de vergonha de praticar atividades físicas na escola, nos passeios com amigos, mas percebi que no decorrer no tempo que o exercício físico é uma das melhores atividades para o estresse, depressão, gordurinhas indesejáveis e principalmente o bem estar que eles proporcionam na vida de qualquer um.